1. CÃES E FOGOS DE ARTIFÍCIO: COMO AMENIZAR A SITUAÇÃO

    O medo de fogos de artifício é uma fobia muito comum nos cães. O réveillon é uma época temida por donos e cães. É normal que eles assustador o barulho alto e repentino e o clarão que se forma no céu. Mesmo o cão mais confiante e equilibrado pode se assustar e ficar com medo de sons que não são familiares para ele. A boa notícia é que tem algumas coisas que você pode fazer para ajudar o seu cão a passar com mais tranquilidade por esse período de festas – e fogos.

    DESSENBILIZE SEU CÃO
    Se você tiver algum tempinho antes da virada do ano, dessensibilize o seu cachorro. Ou seja, faça-o se acostumar com o som dos fogos de artifício. Siga esses passos:

    1. Veja nosso vídeo sobre fogos de artifício:https://www.youtube.com/watch?time_continue=3&v=XvuZPV9EnD0

    2. Coloque esse vídeo para seu cachorro ouvir o mais baixo possível algumas vezes por dia.

    3. Associe o som dos fogos com algo que seu cão goste, por exemplo: petisco preferido, brinquedo, cafuné, escovação etc.

    4. Comece a aumentar o volume do vídeo ao longo dos dias e continue a associar o som dos fogos com algo que seu cachorro goste, para que ele associe: barulho de fogos = coisa boa.

    5. Se em algum momento o seu cachorro demonstrar algum sinal de medo, abaixe o volume até o ponto em que ele se sinta confortável.

    6. Repita o quanto for necessário todos os dias até seu cachorro conseguir ouvir o som dos fogos bem alto sem ficar com medo.
    Se você não teve tempo de praticar antes da virada do ano

    Se você não teve tempo para preparar seu cão para o ano-novo, ou se a dessensibilização não eliminou o medo dele completamente, existem algumas coisas que você pode fazer para amenizar o medo do seu cão dos fogos. Essas dicas devem ser úteis para cães que tenham um nível médio/moderado de medo.

    1. Durante a virada do ano, NÃO MUDE SEU COMPORTAMENTO. A maioria das pessoas tendem a mimar/acolher seus cães quando eles demonstram que estão com medo de fogos. As pessoas fazem mais carinho que o normal, abraçam, falam com os cães com voz doce. Em vez de ajudar a acabar com o medo, esse comportamento do dono reforça o medo no cão. Ele associa: medo = carinho.

    2. TENTE VOCÊ MESMO NÃO REAGIR AOS FOGOS. Se você demonstra prontidão logo antes dos fogos, por conta do medo do seu cão, isso só irá piorar o que ele sente. Você acabará deixando-o ansioso. Sua linguagem corporal dizem para seu cão se ele precisa ficar com medo ou não.

    3. Faça o possível para CAMUFLAR OS SONS. Ligue o rádio ou a TV, feche as janelas, ligue o ventilador e/ou o ar-condicionado,

    4. NÃO FORCE SEU CÃO A NADA. Se ele quiser se esconder embaixo da cama, deixe. Não o obrigue a fazer nada que ele não queira, pois isso pode acarretar em um aumento do medo e o cão pode se tornar um cão agressivo se sair de sua zona de conforto.

    ***Para casos severos
    Se seu cão fica aterrorizado com fogos de artifício, pode ser que nenhuma dica acima funcione para amenizar o medo dele. Se você acha que seu cão é um caso desses, converse com o veterinário, pois pode ser o caso de *administrar uma medicação contra ansiedade ou algum sedativo que ajude seu cão a ficar mais calmo durante os fogos.

    Ainda dá tempo de dessensibilizar seu cão e fazê-lo se acostumar com o barulho dos fogos da melhor forma possível. Você e seu cachorro vão passar a virada do ano muito mais tranquilos.

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  2. TROCA DE PELOS DE SEU AMIGUINHO

    A TROCA DE PELOS É NORMAL
    Muitas pessoas reclamam da queda de pelos em cachorros. Algumas pessoas pensam que os cães mais peludos soltam mais pelo, mas é aí que elas se enganam. Cães de pelo curto (que não precisam de tosa) perdem muito mais pelo dos que os cães de pelo longo. Por exemplo: Pinscher, Whippet, Beagle, Fox Paulistinha, Weimaraner, Pointer, Pug, Labrador, Bulldog Francês, Bulldog Inglês entre outras raças soltam muito mais pelo. Quem tem essas raças em casa tem a visão clara de que sim, eles perdem bastante pelo normalmente.
    As raças de cães com o pelo médio e com sub pelo denso também costumam soltar bastante pelo. Por exemplo: Pastor Alemão, Husky Siberano, Chow Chow, Akita e Samoieda.
    As raças que menos soltam pelos pela casa são aquelas com pelo longo e que precisam de tosa, pois os pelos tem crescimento contínuo (não param de crescer), são elas: Poodle, Maltês, Yorkshire, Lhasa Apso, Shih Tzu, Bichon Frisé. Eles praticamente não soltam pelo em nenhuma época do ano.
    Normalmente, todas as raças fazem duas trocas por ano, que acontecem na primavera e no outono. Na primavera porque o pelo é substituído por um pelo mais fino para o verão. E no outono é um pelo mais grosso, para se preparar para o inverno. Como vivemos no Brasil e as estações do ano não são muito definidas, os cães acabam perdendo pelo o ano todo, mas tem uma maior intensidade em abril/maio e setembro/outubro.
    Nas trocas de pelo normais do ano, como falamos acima, o pelo não tem falhas, o animal não se coça e não há feridas na pele. O pelo velho vai caindo e o novo vai nascendo ao mesmo tempo, por isso não vemos nenhuma falha na pelagem do cachorro.
    Porém, há outras causas para a queda de pelos em cachorros causada por: estresse, doença sistêmica, desnutrição ou dieta inadequada, alergias de contato, infecções de pele por parasitas (pulgas e carrapatos), infecções bacterianas, sarnas e fungos.
    Nesses casos, o cachorro vai ter falhas no pelo de forma localizada ou generalizada.
    Quando é a troca normal sazonal, vale dar um banho semanal no cachorro e escová-lo todos os dias, assim você agiliza a troca de pelos e o tempo que isso vai levar.
    Se o cachorro apresentar falhas localizadas ou generalizadas, procure um veterinário, pois pode ser alguma coisa séria que precisa ser tratada.

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  3. PASSEIO NO SHOPPING COM SEU AMIGUINHO

    DICAS IMPORTANTES PARA O PASSEIO DE SEU PET NO SHOPPING
    Primeiro é preciso pensar no conforto e bem estar do cachorro. O shopping é um ambiente cheio de gente, agitado e barulhento. Pode ser estressante para o pet que não está acostumado e é sensível a esse tipo de local. Por isso, pense: devo levar meu cão ao shopping?
    Ao perceber que o cachorro tem medo, está tremendo ou late para todo mundo que passa é melhor cancelar o passeio. Além de ficar estressado e prejudicar a saúde dele, o animal incomoda, mesmo que sem querer, as pessoas à sua volta.
    Antes de sair de casa
    Antes de levar o cachorro para o shopping é preciso ter certeza de que tudo está em ordem e o cachorro pronto para sair. Nunca esqueça de levar a coleira do animal e mantê-lo sempre preso à guia, junto do dono, o que é regra em todos os shoppings.
    Leve uma garrafa de água própria para pets e se possível o alimente bem logo antes de sair para evitar ter de voltar mais cedo do que o esperado para casa. O ideal é levar saquinhos para recolher as fezes do cão. No entanto, não é preciso se preocupar muito porque os locais onde os cães são permitidos costumam contar com profissionais preparados para fazer essa limpeza. Mas não custa nada levar, não é?
    E o mais importante: tenha certeza de que o pet é permitido no shopping onde pretende ir. Saiba quais estabelecimentos ele é bem-vindo e conheça as regras para a entrada dele para evitar mal entendidos.
    No shopping
    Além de tomar os cuidados citados anteriormente, é preciso respeitar o ambiente onde se está e principalmente as pessoas. O shopping é público e nem todo mundo é obrigado a gostar de cachorro e muitos têm medo dele, até porque só é um convidado ali e não o principal. Não deixe o cão pular em desconhecidos e entrar nas lojas antes de ter autorização.
    Na praça de alimentação ele não é bem-vindo, por mais que na sua casa o pet tenha liberdade para entrar na cozinha e praticamente suba na mesa para comer junto. Por questão de higiene (e mais uma vez respeito), mantenha o animal longe dessa região, por mais que não tenha nenhuma placa à vista proibindo a permanência do pet ali.
    Cães-guias , por Lei, podem entrar em qualquer shopping e estabelecimento. Além de todos os portes de cachorro precisarem de coleira para entrar, apenas os pequenos podem usar a escada rolante, mas sempre no colo do dono.
    Os cães de grande porte têm menos direitos e acesso mais restrito a algumas áreas e até elevadores, às vezes. Dependendo da raça e da personalidade a focinheira é exigida durante o passeio no shopping.

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  4. VIAGEM DE CARRO COM SEU CÃO

    10 DICAS PARA QUE VOCÊ TENHA UMA VIAGEM FELIZ COM SEU ANIMALZINHO DE ESTIMAÇÃO:
    1º Dê a última ração ou qualquer tipo de alimento ao cão quatro horas antes do percurso. Para água, a regra deve ser uma hora antes. Em caso de felino, o jejum é de duas horas antes do percurso.

    2º – De hora em hora, pare o automóvel e desça com o cão para possíveis necessidades fisiológicas. Um pouco de água é necessário para hidratação.

    3º - Leve acessórios do bicho de estimação para que ele se sinta em casa. Em caso das caixas de transporte, coloque o próprio cobertor do animal como forro para reforçar a idéia da casa.

    4º - É obrigatório levar a carteira de vacinação e um atestado de trânsito emitido por médico veterinário particular (chamada guia de trânsito).

    5º - Nunca dê comida durante a viagem: isso causa enjôo e altera o sistema digestivo.

    6º – Dê algumas voltas de carro com o seu animal por pequenas distâncias para ele ir se acostumando.

    7º – Manter a temperatura do carro próxima a temperatura externa. Nada de ar-condicionado na temperatura mínima.

    8º - Não levar o animal solto nem com a cabeça para fora. A regra serve para qualquer raça ou tipo. Uma distração que o motorista tenha com o movimento do bicho pode ser fatal.

    9º - Existem no mercado de pet shop calmantes naturais. Informe-se sobre o melhor com o seu veterinário, se isso for necessário.

    10º Outro produto que pode facilitar a sua vida são as fraldas veterinárias, que podem evitar um desastre na viagem.

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  5. CACHORRO É O MELHOR AMIGO DO HOMEM. MAS O HOMEM É O QUÊ DELE?

    A Organização Mundial da Saúde estima que só no Brasil existe 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães. Em cidades de grande porte, para cada cinco habitantes há um cachorro, destes, 10% estão abandonados.

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