1. AS VANTAGENS DA CASTRAÇÃO

    A castração de animais é algo que gera muitas dúvidas entre as pessoas. Mas, nós vamos explicar alguns pontos positivos que te ajudarão a decidir por esse procedimento, seguro e eficaz para o seu pet.

    Um dos pontos que podemos perceber é que a castração ajuda no controle populacional, além de prevenir inúmeras doenças. Como ainda há um grande número de animais abandonados, ou mesmo seus filhotes, com a castração, conseguimos evitar descasos de animais nas ruas, com fome, sede e frio!

    Consequentemente, evitamos doenças transmissíveis. Segundo a médica veterinária, Mayrê Galhardo, também conseguimos diminuir a incidência de câncer de mama e infecções urinarias em fêmeas, bem como tumores venéreos em ambos os sexos. No macho, também podemos evitar aumento da próstata e alterações de comportamento, como agressividade.

    Consequentemente, evitamos doenças transmissíveis. Segundo a médica veterinária, Mayrê Galhardo, também conseguimos diminuir a incidência de câncer de mama e infecções urinarias em fêmeas, bem como tumores venéreos em ambos os sexos. No macho, também podemos evitar aumento da próstata e alterações de comportamento, como agressividade.

    Fonte: Cães e Cia.

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  2. PARCERIA ENTRE BICHOWEB E CÃO CIDADÃO

    Nova parceria entre Bichoweb e Cão Cidadão

    Por Paula Miranda, adestradora e franqueada em Londrina-PR

    Iniciamos hoje uma parceria de conteúdo entre a Cão Cidadão, empresa de adestramento do Alexandre Rossi, zootecnista e especialista em comportamento animal, e o site Bichoweb.

    A ideia é promover, aos tutores/leitores, condições de terem um relacionamento mais saudável com seus animais de estimação, por meio de dicas sobre os mais diversos assuntos: xixi fora do lugar, agressividade, compulsões, mordedura em excesso, entre outros.

    Aproveitem o canal. Esperamos que gostem!

    paula

    Sobre a Cão Cidadão

    Empresa especializada em adestramento em domicílio e em consultas de comportamento, a Cão Cidadão existe desde 1998, e tem como missão melhorar a integração do animal na família e na sociedade, por meio da educação.

    A Cão Cidadão está presente na cidade de Londrina -PR. Conte com a nossa ajuda para conviver melhor com o animal de estimação.

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  3. ADESTRAMENTO INTELIGENTE

    Importância do Adestramento Inteligente

    Por Paula Miranda, adestradora e franqueada da Cão Cidadão

    Quando se fala em adestramento, logo vem à mente o ato de corrigir um problema, ensinar truques ou disciplinar o animalzinho para que ele obedeça ao seu tutor, porém, o Adestramento Inteligente (AI) vai muito além.

    Educar o bichinho de estimação é importante não apenas para que os tutores não tenham problemas de diversas naturezas, mas principalmente para garantir o bem-estar do próprio animal.

    Técnica

    O método é baseado no reforço positivo e utiliza recompensas para estimular o pet a aprender. Dessa forma, ele obedece ao tutor com entusiasmo e este passa a exercer o seu papel de líder de uma forma prazerosa, sem o uso de violência, o que pode desencadear traumas no peludo.

    Destacamos a importância do adestramento na vida dos pets por se tratar da melhor ferramenta para se construir, formar ou reestabelecer uma comunicação eficaz, pois com os treinos eles percebem que obedecer é bom e faz com que se aproximem de sua família, o que, na maioria das vezes, é o desejo deles.

    Quando trazemos um animal para a casa, ele ainda não sabe exatamente qual o seu lugar e as regras da família, e é com esta ferramenta preciosa, que se chama educação, que eles entenderão os limites.

    A comunicação assertiva entre animal e dono pode ser o fim de alguns problemas comportamentais. Entender como o cão ou o gato raciocinam e quais são os seus instintos é muito importante. Saber direcionar e oferecer um ambiente rico para que eles possam explorar é fundamental.

    É possível ensinar comandos aos nossos animais, conforme a aptidão e necessidade que cada um tem e, com isso, estimulá-los mentalmente e fisicamente, a fim de que sejam saciados os seus instintos, tendo em vista que alguns cães parecem ter uma energia sem fim.

    Nestas situações, os comandos aprendidos são essenciais para ajudar o cão a controlar sua ansiedade e gastar suas energias em algo saudável que não traga danos ou prejuízos à família.

    Acreditamos que, por meio da educação e do respeito, é possível obter um relacionamento sem estresse e mais agradável. Esta é a base fundamental do Adestramento Inteligente.

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  4. COMO TRATAR O MAU HÁLITO DOS CACHORROS

    Cachorros com mau hálito: saiba como tratar e acabar com o “bafo”.

    Uma questão muito comum nos cachorros é o mau hálito, ou ainda, o tal “bafo” que tem um cheiro desagradável e muitas vezes faz com que tutores se sintam desconfortáveis com seus cachorros na presença de visitas e outras pessoas.
    Tutores não precisam se sentir mal, pois cachorros com mau hálito são comuns. A grande maioria tem mau hálito, mas isto não quer dizer que seja algo normal e saudável.
    O mau hálito em cachorros pode indicar algum problema de saúde e deve ser examinado e tratado. Pode ser algum problema digestivo ou na gengiva do cão, e o ideal é apresentar a questão ao veterinário e seguir suas orientações.

    O que causa o mau hálito em cachorros?
    Também chamado de halitose, o mau hálito em cachorros pode indicar inclusive questões mais sérias de saúde. Assim como nós, humanos, o “bafo” pode ser causado por uma má limpeza na boca ou também por doenças em órgãos internos, como estômago.
    Ao levar seu cachorro ao veterinário, ele poderá examinar e identificar o que está causando exatamente o mau hálito. Pode ser gengivite (doença na gengiva) ou outras infecções.
    Observe os sinais! Caso seu cachorro tenha algum sangramento ou dificuldade em comer ou engolir, além do mau hálito, procure rapidamente pelo veterinário pois pode ser algo grave!

    Como tratar o mau hálito dos cachorros?
    Sabia que os cães também precisam ir ao dentista? Sim! Procure por um dentista veterinário e leve seu cachorro para que tenha um diagnóstico completo sobre sua saúde bucal, que é muito importante para uma boa qualidade de vida!
    Os cuidados diários com o seu cachorro exigem uma limpeza diária de seus dentes, para prevenir placas e tártaro. O ideal é acostumá-lo desde filhote, pois cães não curtem muito que mexam em suas bocas.
    Esta limpeza deve ser feita com escova e pasta dental próprios para cachorros, ideais para seus dentes.
    Além de escova e pasta de dentes, também existe um tipo de enxaguante bucal, que refresca e auxilia na limpeza dos dentes e boca do seu cachorro. Basta colocar na água dele, que deve ser sempre limpa e fresca.
    E existe também o palito dental! Saboroso e em formato prático, contém vitaminas que complementam a saúde do organismo do seu cachorro e também auxilia na higiene bucal.
    Já nos casos em que o cachorro tenha uma doença periodontal causada por bactérias e falta de limpeza diária, o processo indicado é a remoção da placa bacteriana presente em toda a superfície dos dentes e abaixo das gengivas, sendo realizado o polimento dental em seguida, assim como nós, humanos, também fazemos às vezes no dentista.
    Esse processo pode ser bem doloroso para o cachorro, pois ele precisa ser anestesiado. Por isso, recomendamos que a limpeza diária seja feita em casa, entre cachorro e tutor, para evitar procedimentos mais delicados com veterinários e dentistas.

    Procure seu veterinário de confiança e converse sobre a saúde bucal do seu cachorro para que tenha uma qualidade de vida maior e bem estar!

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  5. ANSIEDADE CANINA

    Seu cachorro não pára um segundo? É incapaz de simplesmente ficar deitado ao seu lado, precisando sempre estar em atividade? Destrói jardins e móveis quando fica sozinho? Parece que está sempre ligado no 220w? Então, muito possivelmente seu cão sofre de ansiedade. Cães ansiosos são sempre hiperativos, ficam o tempo todo tentando chamar a atenção do dono, e nunca conseguem relaxar. Só param quando ficam exaustos. Este é um comportamento muito comum nos cães, e (infelizmente) raros são os donos que conseguem lidar com isso.
    Não existe uma causa que sozinha determine se um cão será ou não ansioso, mas algumas questões, sem dúvida, são determinantes no comportamento dele, e mais especificamente na probabilidade dele ser um cão ansioso.
    O ambiente em que o cão fica é fundamental. Raros são os cães que têm estabilidade emocional para agüentarem ficar sozinhos o dia inteiro. Mesmo assim sabemos que esta é uma condição muito comum na vida dos cães. Cães precisam ter companhia! Isto é mais importante até do que ter espaço. Há muitos cães que ficam, às vezes, vários dias preso num quintal sem quase ter contato com seu cão existe uma causa que sozinha determine se um cão será ou não ansioso, mas algumas questões, sem dúvida, são determinantes no comportamento dele, e mais especificamente na probabilidade dele ser um cão ansioso.
    O dono não consegue ter uma boa convivência com o próprio cão, nunca chegando a estabelecer uma relação de liderança. O cão reage, tentando fazer de tudo para ter a atenção do dono, mesmo que seja a atenção negativa (“como ensinar um cão a não pular nas pessoas”). E, na maioria das vezes, essas tentativas são tremendamente desajeitadas, muitas vezes chegando a machucar o dono.
    Isto afasta o dono cada vez mais do cão, tornando tudo um círculo vicioso: o cão é ansioso; e por conta disso seu dono evita o contato; e com isso aumentando mais a carência do cão, que fica mais ansioso.
    Outra situação a ser ressaltada é o caso de cães que não têm qualquer distração. Nada pior para um cão do que a falta de atividade. Cães precisam de distração! Precisam brincar! Muitos se distraem olhando a rua; outros passam horas brincado com bolinhas; roendo ossos; caçando passarinhos; etc. Porém há muitos cães que não tem nada o que fazer o dia inteiro! Nada! Toda a energia deste cão fica totalmente canalizada para a hora que seu dono abre a porta de casa ao chegar do trabalho. Daí temos o mesmo problema que descrevi antes: o cão machuca, o dono rejeita, etc.

    Isso tem solução???
    Tem!
    Temos que mudar o ambiente deste cão de forma que ele possa ter uma vida saudável. Neste sentido, precisamos também trabalhar a relação entre o dono e o cão de forma que os desejos do dono sejam mais claros para o cão, ou seja, fazer deste dono um líder.
    Além disso, é importante que o dono aja de forma a estimular que o cão tenha um comportamento mais calmo. Muitas vezes o dono só dá atenção ao cão quando este está latindo muito, ou fazendo muito bagunça. Isto em linguagem canina quer dizer: faça bagunça, e você terá a minha atenção; ou lata muito, e eu olharei pra você. Ou seja: mais uma vez estamos falando da atenção negativa.
    Falar bem baixo, por exemplo, fará com que o cão tenha que ficar menos agitado para poder ouvir o que estamos falando. Gritar é pior, pois o cão pode acreditar que a liderança será conseguida (literalmente) no grito, então ele irá gritar da única forma que ele sabe: latindo, e bem alto. Quando falamos baixo, no entanto, não só fazemos com que ele mude de comportamento, para poder prestar a atenção ao que falamos; também proporcionamos a ele a possibilidade de poder ouvir suavemente a nossa voz. Ele vai adorar! Comece a agradá-lo suavemente enquanto ele ficar quieto. Se ele se mexer, segure-o com firmeza e fale NÃO. Assim que ele ficar parado de novo, comece a fazer carinho e falar baixinho. Isso ensinará a ele que quando ele fica quietinho você faz carinho nele.
    tividades agitadas não devem ser incentivadas. O dono de um cão muito ativo deve evitar fazer brincadeiras muito agitadas, ou agressivas. Ele precisa incentivar, e reforçar o contato calmo, mesmo que para isso esse contato tenha que ser, a princípio, feito com o cão preso, ou separado por um portão. O importante nesta fase é compensar o cão sempre que ele se mostrar calmo e carinhoso. Toda atitude mais bruta deve ser rechaçada.Mostre que quando ele fica calmo ele terá a sua atenção, o seu carinho, e até pode rolar um petisco!
    Não se esqueça, também de se certificar que seu cão não fique entediado. Dê para ele um daqueles ossos grandes (natural, ou os feitos de couro de boi), que irá distraí-lo durante horas, e é isso que você busca: que ele se distraia. Outra dica são os brinquedos feitos para cães solitários. São brinquedos que distraem o cão, normalmente usando a própria comida do cão como objetivo: o cão tem que mexer o brinquedo de determinada forma para conseguir a comida, ou petisco.
    É importante falar que estas coisas levam tempo. Não adianta comprar um osso e achar que de um dia para o outro seu cão vai se tornar tranqüilo. A mudança é gradual, e exige tempo e determinação de sua parte.

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  6. ENTRETENIMENTO PARA CACHORROS

    Você já percebeu que os cães gostam de alguns programas que vestá assistindo? Filmes, seriados ou desenhos? Então. A Discovery trouxe ao Brasil um canal que visa atingir o "público animal" . Sim, você não ouvi errado! Agora seu pet vai poder ficar em casa sozinho e não vai "chorar". A empresa anunciou a distribuição da DogTv. Canal de origem norte-americana que possui uma grade composta com 03 tipos de programas: os relaxantes ( com trilhas sonorase imagens para acalmar os animais), os estimulantes (com cenas de cães brincando e imagens de ação para ativar o cérebro dos pets) e os de exposição (cenas cotidianas com animais em passeios de carro e até mesmo ida ao ceterinário a fim de habituar os cães à suas rotinas). Como seu "público" não tem poder aquisitivo, o canal não exibe comerciais. Assim ele é estruturado em forma de assinaturas e parcerias. Atualmente, o canal está disponível para os assinantes da SKY, porém outras operadoras já estão interessadas nesse "público". O fundador do canal diz que ele foi desenvolvido após 03 anos de pesquisa e a ideia é atender os pets que ficam sozinhos em casa, fazer "companhia" aos bichinhos. Pensando na visão canina, o canal evita as cores vermelha e verde porque os cães não enxergam bem com elas. Toda programação é editada em duas tela simultâneas: uma para humanos e outra para os cães. As músicas de jazz e rock foram retiradas da grade porque não fizeram muito sucesso entre os cães. Os peludos ficavam agitados. Como alguns cães se irritam com os latidos e poderão até latir de volta para a tv, eles foram eliminados da transmissão. "Achamos melhor retirar os latidos e ficar com a fala de crianças que são sons mais positivos", afirmou o chefe do Canal DogTv. Os programas são curtos, de 2 a 5 minutos e têm feito sucesso até com outros animais, como gatos e papagaios e até mesmo com humanos quando querem relaxar!

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  7. A ADAPTAÇÃO DO NOVO MEMBRO DA FAMÍLIA

    Quando o primogênito se sente ameaçado a perder o trono para um filhote que chega à casa, o clima pode esquentar! Saiba o que fazer para que ele aceite o recém-chegado.
    Um filhote chega ao lar e o dono, feliz da vida e com a melhor das intenções, acha que apresentar os novos amigos será uma tarefa fácil e que o peludo mais velho ficará muito feliz em ter um companheiro.
    Mas, nem sempre a adaptação é simples, e o que deveria ser festa pode causar brigas, ciúmes, doenças e muito estresse para você e os cães. “Antes de optar por trazer um filhote para casa, avalie o temperamento de seu próprio cão. Se ele for sociável e acostumado com outros animais, a adaptação será mais tranquila”, opina Malu Araujo, adestradora da Cão Cidadão, que ainda chama a atenção quanto à escolha da raça: “Se você tem um Shih-Tzu, por exemplo, não é indicado que adote um Jack Russel, que é de pequeno porte, mas muito agitado. As raças têm de ser compatíveis.” Além disso, a especialista alerta que, para uma adaptação saudável, saber como apresentar os dois é a melhor forma de evitar estresses e outros problemas, entre eles o famoso xixi no lugar errado como forma de protesto e outras má-criações.
    “Quando os problemas sérios aparecem, só um especialista poderá ajudar. Então, antes de tudo, informe-se para realizar uma adaptação correta”, completa.
    Antes da chegada do filhote, o primeiro passo é preparar o ambiente e o cão mais velho. O especialista Ricardo Nagamine explica: “O ambiente precisa ser calmo para passar tranquilidade aos cães. Uma casinha, uma caminha, água à vontade, ração de boa qualidade e, claro, muito carinho são essenciais para uma boa adaptação.” Prepare o “primogênito” gradativamente: “Brinquedos e paninhos que tenham o cheiro do filhote ajudam o pet a identificar o odor do novo morador. Fazer a apresentação fora de casa, passeando com os dois algumas vezes antes de levar o mais novo para casa, também é uma ótima pedida para avaliar o comportamento do mais velho”, aconselha a veterinária Tassia Rodrigues Haverkamp. A adestradora da Cão Cidadão concorda e ainda acrescenta: “Se for possível levar o primeiro cachorro no local onde o filhote está antes de introduzi-lo na nova casa, o resultado será melhor ainda!” Tassia também aconselha a telar as janelas e manter qualquer objeto pontiagudo fora do alcance do menor. “O filhote deve ficar em um local isolado e seguro nos primeiros dias, separado do outro peludo, quando não houver supervisão do dono”, orienta Malu. Garanta que ambos tenham espaço suficiente para que se entrosem e que também tenham para aquele momento “cada um no seu canto”. “Para ter esse clima tranquilo, compre tudo em dobro para que o cãozinho recém-chegado tenha suas próprias coisinhas”, enfatiza Tassia. Por fim, verifique se as vacinas do filhote estão em dia, se medicações como antiparasitário e vermífugo foram devidamente manipuladas para evitar possíveis transmissões de doenças.
    À primeira vista, é super normal quando o então reizinho da casa fica desconfiado com a presença do filhote, afinal, alguém novo chegou em seu território de perigo. O conselho é sempre ficar de olhos bem abertos quando os dois se encontrarem, mesmo que o terrenojá tenha sido preparado com antecedência: “Se o mais velho rosnar, manter a cauda baixa e ranger os dentes, redobre a atenção, pois isso é uma demonstração de agressividade e pode resultar em um ataque ao menor. Caso uma dessas reações aconteça, separe-os imediatamente para evitar acidentes”, alerta Tassia. Uma dica muito importante, diz Malu, é fazer uma associação positiva com a presença do filhote. “Se o mais velho gosta de brincar de bolinha, brinque com ele no ambiente em que estiver o filhote”, exemplifica a especialista em comportamento. Passado esse primeiro contato sem maiores transtornos, permita que os dois se cheirem para que se conheçam melhor e que o mais velho entenda que aquele filhote não é uma ameaça.
    A adaptação depende do temperamento de cada cão. Malu explica que peludos mais agressivos podem demorar até três meses para aceitar o filhote. A diferença de idade também pode interferir. “Cães adultos são mais dominantes, teimosos e não têm aquele pique do filhote para brincar o tempo todo. É comum o mais velho não dar muita bola para o novato”, afirma Ricardo, ao complementar dizendo que o cão menor pode até ficar assustado com as brincadeiras brutas do animal maior, dificultando, assim, o relacionamento entre ambos.
    Em se tratando dos nossos felinos, seja na convivência com outros gatos ou com cães, todas as dicas relacionadas até o momento são válidas - desde a preparação do território até a observação do comportamento dos dois. No entanto, Tassia alerta: “Gatos são animais que gostam de ficar sozinhos por natureza, e ter um cachorro filhote na casa deles pode não deixá-los lá muito felizes.” Quando a chegada do novo membro se torna inevitável na vida do bichano, a atenção deve ser redobrada, pois os gatos podem arranhar os olhos do bicho, já que não gostam de ser perturbados, ou até morder, como forma de repressão. Tassia lembra que a convivência deve ser supervisionada para que ninguém saia ferido na história. Contudo, os felinos, assim como os cães, tendem a ignorar e evitar contato com o recém-chegado, mas desde que ele também não faça questão de chamar sua atenção. “Pode ser que aconteça, mas provavelmente eles não serão grandes amigos”, diz a especialista.

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  8. A IMPORTÂNCIA DO CÃO-GUIA


    Existem cães trabalhadores e até cães que guiam pessoas cegas! Incrível, não? São cães meigos, carinhosos que, desde que nasceram, já estavam prontos para dar amor a quem viesse a viver com eles. Porém, além do amor, eles querem e podem dar muito mais.
    Os cães-guias oferecem aos seus parceiros segurança na locomoção, equilíbrio físico e emocional, facilitam sua socialização, e até sua autoestima melhora, sem contar com o fato de ser um amigo sempre presente para garantir sua independência e aquecer seu coração.
    A formação de um Cão-Guia tem início com um rigoroso processo de seleção genética e comportamental. Depois de selecionado, próximo aos três meses, o cão inicia a fase de socialização que se estende até, aproximadamente, o animal completar um ano de idade. Esta fase pode ser conduzida pelo treinador ou por uma família voluntária, que cuida do animal no seu primeiro ano de vida. Durante este processo o cão aprende a conviver em ambiente social, urinar e defecar apenas em locais apropriados e alguns comandos básicos para o convívio.
    Terminada a primeira fase, inicia-se o treinamento específico com duração aproximada de sete meses, podendo se estender, caso necessário. Nos primeiros seis meses, o cão aprende a desviar de obstáculos, perceber o movimento do trânsito, identificar objetos, encontrar a entrada e saída de diferentes locais, entre diversas outras atividades. No último mês é realizado o treinamento para transformar a dupla composta pelo cão-guia e seu usuário em um time que interagirá com a mais perfeita harmonia.
    O tempo total de treinamento é de aproximadamente 16 meses, podendo se estender até 21 meses. Depois de treinados, os cães-guias já estarão habilitados a ajudar uma pessoa com deficiência visual na sua vida cotidiana com liberdade e segurança.

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  9. K-9 CÃO POLICIAL

    Hoje, as forças policiais, na maioria das cidades do mundo, usam cães para rastrear criminosos, farejar materiais ilegais e fazerem outros trabalhos que os humanos não são capazes.
    Além da sensibilidade, o sentido do olfato dos cães é muito delicado. Eles podem discernir um odor específico, mesmo quando existem dezenas de outros cheiros ao redor.
    Traficantes de drogas tentaram enganar cães farejadores de drogas, envolvendo as drogas em toalhas embebidas com perfume, mas os cães puderam encontrá-las da mesma maneira.
    O trabalho de um cão policial não tem a ver somente com o seu poderoso olfato. O rosnado intimidante de um cão Pastor Alemão bem treinado pode fazer com que muitos criminosos optem por se render ao invés de correrem ou lutarem.
    Os principais atributos de um cão bem sucedido são a inteligência, um bom nível de agressão, força e olfato.
    A maioria dos cães policiais são do sexo masculino, então eles mantêm a sua agressividade natural. Esta agressão deve ser mantida sob controle com um minucioso e rigoroso treinamento.
    Um cão policial e o seu treinador formam uma unidade K-9. Apenas os exemplares mais dedicados são considerados para as essas unidades. Eles devem ter registros exemplares, uma personalidade extrovertida e enérgica e um forte condicionamento físico.
    A carreira de um cão policial, geralmente, dura cerca de seis anos.
    Todos os cães da polícia devem primeiro se tornar especialistas em treinamento de obediência básica. Eles devem obedecer as ordens de seu treinadores sem hesitação.
    Isso é o que mantém a agressividade inerente do cão sob controle e permite que o agente treinador controle a quantidade de força que o animal está usando contra um suspeito.
    Um cão policial situa-se em locais públicos e é usado para funções como a de identificação de drogas. As palavras de comando são utilizadas na língua nativa do treinador.
    O cão policial deve ser capaz de saltar sobre as paredes e escadas e é aclimatado à vida da cidade.
    Finalmente, cada cão recebe treinamento em sua especialidade. Muitos cães são treinados para encontrar drogas, outros bombas, armas ou pessoas.

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  10. SEU CÃO ESTÁ COM FRIO OU COM FEBRE?

    É possível saber quando os cachorros sentem frio quando notar que suas orelhas estão muito frias.
    Um cão que está febril, fica na dele, paradinho, com olhar tristonho.E apresenta alguns sinais , tais como: focinho quente e seco, olhos lacrimejantes ou embaçados, apatia, falta de apetite e nervosismo. Quando a febre é muito alta, o cachorro, assim como as pessoas, pode sofrer tremores. A melhor maneira de ter certeza desse sintoma é aferindo a pressão.
    Os cachorros sentem frio e a gente quer logo dar um jeito nisso. Uma das primeiras atitudes é colocar uma roupinha para aquecê-los.
    E essa atitude não está errada, desde que alguns cuidados sejam tomados como:
    Não deixar criar nós nos pelos,
    Escovar os pelos,
    Não colocar a roupinha em cachorros que acabaram de sair do banho e não estão 100% secos.
    A melhor roupinha é aquela que deixa o cachorro confortável e aquecido.
    Ah! e ele tem que gostar de usar roupinhas também, é claro!

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